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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Tecnologia uma arma na mão de pessoas chatas.



Eu não sou tão velha assim, mas já tenho alguma estrada... sou do tempo da datilografia, já colecionei papel de carta, ouvi musica em fita cassete no walkman, já paguei multa na vídeo locadora por devolver fita de vídeo VHS sem rebobinar... Entrei na era digital com a internet discada, passei madrugadas no ICQ e no chat de bate papo do Terra, ganhei meu primeiro celular com 16 anos, o aparelho inclusive era um dos primeiros modelos sem antena e tive que relutar com meu pai pra poder comprar, porque ele não acreditava que uma aparelho sem antena pudesse funcionar, quando lembro da tela daquele celular me do conta de quanto as coisas evoluirão, a tela era verde com uma luz amarela como conseguíamos ler os contatas naquela tela??? As crianças de hoje nunca entenderam o que digo, da mesma forma que meu sobrinho não entende como meu walkman funciona, na verdade nem eu entendo, mas funciona...rs

Há algum tempo atrás para escrever uma mensagem no celular você tinha um numero “x” de caracteres e pronto, mandava uma única mensagem pra comunicar o que era preciso. Hoje as pessoas não mandam mais mensagens, elas literalmente batem papo pelo celular, te mandam 10 mensagens para escrever uma frase... uma coisa que pra mim é irritante, porque não formulam a frase e te mandam de uma vez só??? Vai entender essa gente.

Quando não existia celular e as pessoas precisavam se encontrar, como sabiam que deveriam estar no lugar combinado na hora combinada? Se não entendesse ou não lembrasse do lugar marcado ou perdessem a hora acabavam ficando a ver navios, era complicadíssimo. Hoje quando você marca um encontro com os amigos é aquela historia, te ligam de 10 em 10 minutos pra te perguntar onde você esta, que horas vai chegar, se vai demorar, porque ainda não chegou e assim por diante.

A tecnologia hoje é uma coisa incrível e facilita nossa vida de forma indiscutível, mas essa arma na mão de pessoas chatas pode ser tornar um “pé no saco”.  

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Quase 30

Tenho dentro de mim uma voz que sussurra... Na verdade na TMP ela grita, que já estou com Vinte e oito anos. 

Vinte e oito um numero que é muito distante de 20 e assustadoramente próximo a 30. Assustadoramente, mas ainda não na prática. No meio ainda tem os vinte e nove. 

Me assusta pensar que na minha idade minha mãe já estava casada e com dois filhos. Me assusta também que 99,99% das minhas amigas já estejam com filhos.

Quando tinha 12 anos, pensava que com 28 estaria rica, casa e com filhos. Hoje penso que com 12 anos eu só deveria me preocupar em brincar de boneca.

Eu trabalho... E isso não me salva da síndrome do “sou uma jovem precária” porque realmente não gosto do que faço, mas me salva da síndrome do “sou uma jovem precária e desempregada”.

Convivência, o amor improvável, namoros improváveis​​, o amor em todos os lugares.

Se procuro o amor? Quem não procura o amor? E me sinto ansiosa para encontra-lo. E a ansiedade é como cólica menstrual.   Se você não teve não entendera.  Pode ate dizer: "Ah, eu entendo, isso é tão ruim." Mas não, se você nunca teve você não entende.  Se não teve ansiedade, a ansiedade de outros realmente não tocar você.

- Mas você tem namorado?

Não, não tenho namorado e estou pensando em estampar isso em uma camiseta, para evitar ter que dar a mesma resposta a todos que me fazem a mesma pergunta.

- Não, não tenho um namorado, mas sobrevivo. E você tiver um pouco de tempo te explico como é.

(Manuale di sopravvivenza per single_Irene Alcano)